O ataque cibernético que atingiu a infraestrutura tecnológica da Unitel, no dia 28 de Julho e provocou dificuldades nos serviços de voz e Internet da operadora móvel, deve ser analisado com rigor jurídico, para garantir uma possível compensação aos clientes afectados.
A posição foi defendida ontem, em Luanda, por um jurista e especialista em Direito da Protecção de Dados, que considera necessário avaliar o impacto do incidente e as responsabilidades da empresa perante os utilizadores.
Segundo o especialista, as falhas registadas nos serviços de comunicação causaram transtornos aos clientes, tornando importante verificar os mecanismos legais de protecção dos consumidores e os procedimentos adequados para reparar eventuais
O ataque cibernético comprometeu temporariamente o funcionamento de alguns serviços da Unitel, levando a empresa a adoptar medidas técnicas para recuperar a normalidade da rede.
O caso reacende o debate sobre a segurança digital das empresas de telecomunicações e a necessidade de reforçar a protecção das informações e dos serviços essenciais oferecidos aos cidadãos.